Brasil Feliz

BRASIL+ FELIZ

FIB – FELICIDADE INTERNA BRUTA

PROJETO CENTRO FELIZ I BAIRRO FELIZ GUC – GESTÃO URBANA COMPARTILHADA O MELHOR DO BAIRRO

AME São Paulo – Bairro Feliz

1. Apresentação 7. Situação do Projeto
2. Missão 8. Proposta de Sustentabilidade
3. Resumo 9. Tipos, Formação e Estratégias
4. Objetivos Gerais 10. Lideranças Locais
5. Objetivos Específicos 11.Consenso
6. Abrangência do Projeto 12. Resultados
13. Gestão Urbana Compartilhada

FIB – Felicidade  Interna Bruta

“Só existe um caminho a seguir, o de um mundo melhor.”

 

1. APRESENTAÇÃO

 

Felicidade Interna Bruta (FIB) é um novo indicador sistêmico desenvolvido no Butão (Ásia) pelo rei Jigme Singye Wangchuck em 1972. Este indicador considera novos aspectos para nortear o desenvolvimento de uma região: bem-estar psicológico, saúde, uso equilibrado do tempo, vitalidade comunitária, educação, cultura, meio ambiente, padrão de vida e governança.

 

Desde então, com o apoio do PNDU (Programa da ONU para o Desenvolvimento), este indicador (FIB) vem ganhando relevância em todo o mundo e está sendo implantado não somente no Butão, mas também em outros países, tais como: Reino Unido, Tailândia, Canadá e Austrália.

 

Enquanto os modelos tradicionais de desenvolvimento têm como objetivo primordial o crescimento econômico (PIB), o conceito do FIB baseia-se no princípio de que o verdadeiro desenvolvimento de uma sociedade depende do grau de Felicidade de sua população.

 

Portanto, podemos afirmar que a Felicidade já pode ser “medida” e que este novo indicador de desenvolvimento social (FIB) começa a ser usado por governos e empresas, para traçar políticas públicas e ações administrativas. O FIB integra as esferas pública, privada, comunitária e acadêmica para o desenvolvimento de estratégias e ações visando o bem comum.

 

O FIB é uma ferramenta de mobilização local. Para ser utilizada em maior escala precisa de grande investimento na capacitação de pesquisadores. São Paulo é uma cidade muito grande e por isso, pretendemos aplicar esta ferramenta no centro da cidade (Centro Feliz) e em cada uma das 31 subprefeituras (Bairro Feliz), posteriormente em outras cidades e estados.

 

2. MISSÃO

 

Proporcionar a ressocialização, inclusão e integração social, melhores condições de vida, favorecer o desenvolvimento social sustentável, estimular a geração de renda (luta contra a pobreza), acesso à cultura, esporte, saúde, educação e lazer das comunidades do centro e dos bairros. Viabilizar e apresentar soluções para os principais problemas que afetam cada região e que possam ser reconhecidos como questão de interesse social, no desenvolvimento e na prática das boas ações de responsabilidade, buscando trazer e agregar benefícios para a sociedade num todo, resultando no fortalecimento das comunidades e desta forma, refletindo positivamente no conjunto das relações.

 

3. RESUMO

 

Objetivar as necessidades de informação e de conscientização comunitária para o desenvolvimento social e econômico. Colaborar efetivamente para a mudança da realidade das localidades afetadas e proporcionar cada vez mais conforto, bem-estar e tranquilidade aos moradores, comerciantes e usuários, na busca da paz e da tão almejada Felicidade.

 

FINALIDADE: Centro Feliz I Bairro Feliz

 

Ação de Ressocialização e Desenvolvimento Social Sustentável.

 

  • Contribuir e zelar pela qualidade de vida dos moradores das regiões e áreas de atuação do projeto, mobilizando a comunidade, intercedendo junto às autoridades governamentais em questões relacionadas à segurança, meio ambiente, saúde, educação, geração de renda, lazer, habitação e limpeza urbana.
  • Estimular a participação dos moradores da região, comerciantes e usuários da vida comunitária.
  • Cooperar com as autoridades e com entidades congêneres no que diz respeito ao bem-estar da coletividade.
  • Promover intercâmbio e outras atividades de interesses comuns com órgãos congêneres, se tornando um exemplo multiplicador para outras comunidades.
  • Promover acordos e convênios econômicos, financeiros, culturais e comerciais que possam resultar em benefícios para a comunidade.

 

4. OBJETIVOS GERAIS

 

Estruturar boas práticas e ações sociais, fortalecer o verdadeiro papel comunitário e reafirmar um canal direto de reivindicações entre o poder público e a comunidade.

 

5. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 

  • Criar e fortalecer oficinas e cursos na área de comunicação.
  • Estimular a organização comunitária e o exercício da cidadania.
  • Estimular a geração de renda com o programa de micro e pequenos empreendedores sociais em conjunto com o SEBRAE.
  • Criar instâncias de reflexão e de discussão sobre temas relevantes diversos para ampliar a percepção, a organização de ideias e o repertório argumentativo.
  • Proporcionar e facilitar um maior acesso às atividades culturais.
  • Discutir e desenvolver novas formas de ação jornalística e de informativos para a comunidade, tanto impresso quanto eletrônico.
  • Contribuir para a formação de uma consciência social e relação à cidadania.

 

6. ABRANGÊNCIA DO PROJETO

 

Abrangendo inicialmente a comunidade de Pinheiros em conjunto com as comunidades do Centro da Cidade (República, Campos Elíseos, Nova Luz, Santa Efigênia) – GUC Gestão Urbana Compartilhada.

 

7. SITUAÇÃO DO PROJETO

 

Iniciando o seu desenvolvimento com gestão eficiente, formatando novas alianças e parcerias conscientes.

 

8. PROPOSTA DE SUSTENTABILIDADE

 

Desenvolvimento e Crescimento Sustentável (Sustentabilidade Ambiental, Econômica e Sócio Política), Comércio e Consumo Conscientes, Meio Ambiente e Responsabilidade Social.

 

PARTICIPAÇÃO COMUNITÁRIA

 

Nos dias atuais, o sucesso de uma empresa está pautado nas ações sociais, culturais e ambientais que coloca à disposição de seu público alvo. Num futuro breve, essas ações farão a diferença na hora do consumidor escolher entre uma marca e outra, entre esta ou aquela empresa. Isso significa propor cada vez mais ações e boas práticas que tenham o respeito e a responsabilidade social como mola mestra de atuação de forma mais abrangente.

 

Não se pode separar o respeito ambiental do respeito às diferenças, nem separar o respeito ao espaço público da preservação do patrimônio artístico, arquitetônico e cultural. Isso tem ocorrido na medida em que a iniciativa Pública, Privada e a Sociedade Civil (ONGs) caminham juntas, na busca de práticas saudáveis e socialmente corretas. Cada um fazendo a sua parte, o presente e futuro estarão garantidos.

 

A sustentabilidade está em forte evidência e a geração de renda torna-se essencial para a administração e execução de Ações Sociais. Para tanto, são apresentadas diferentes maneiras de gerar recursos por meio de atividades inovadoras, que auxiliam no auto sustento financeiro das ações desenvolvidas. É certo que a construção destas Ações Sociais só é possível mediante a CONFIANÇA (sensação de segurança, pertencimento, afetividade, voluntariado) dos moradores da comunidade beneficiada. Relacionamentos de confiança trazem inúmeros benefícios às comunidades, especialmente em tempos difíceis. A confiança abre espaço para a criatividade e a inovação, motivar a transformação do meio é o nosso objetivo.

 

9. TIPOS, FORMAS E ESTRATÉGIAS

 

  • Marketing Social em relação à causa
  • Ações de Filantropia Estratégica e Ações Mercadológicas
  • Eventos
  • Venda direta de produtos e serviços
  • Comércio e Consumo conscientes
  • Patrocinadores
  • Mantenedoras
  • Empreendedorismo Social

 

10. LIDERANÇAS LOCAIS

 

O comprometimento local é determinante para o sucesso de qualquer iniciativa. Depois de definidos os objetivos e as ambições do projeto, é chegada a hora de identificar as pessoas que se comprometerão com a causa social da comunidade atendida. Não há outro caminho para descobrir isso, senão o de conhecer a realidade com a qual se pretende trabalhar e as pessoas que fazem parte dela.

 

INSTITUIÇÃO E A “COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO LOCAL”.

 

11. CONSENSO

 

Estabelecidos os primeiros contatos com os envolvidos na Ação Social “Centro/Bairro Feliz” é chegado o momento de estipular o diálogo e a busca de consenso que proporcionarão a integração desejada.

 

12. RESULTADOS

 

Assim como a missão, os resultados a serem atingidos devem estar claros desde o planejamento de qualquer ação ou projeto social. É preciso usar a mente, esforço e o empenho necessários em busca de resultados memoráveis e duradouros.

 

A Responsabilidade Social traz benefícios comensuráveis para a sociedade como um todo, o que resulta no fortalecimento das necessidades da comunidade refletindo positivamente no conjunto de suas relações, parcerias, ações de responsabilidade compartilhadas, alianças firmadas com empresas, faculdades, bancos, comércio local e entorno, beneficiando e atingindo diretamente seu público alvo, atendendo ao cliente, promovendo efetivamente o envolvimento necessário das empresas com as pessoas da comunidade. Todos podem colaborar com o desenvolvimento sustentável de outras pessoas, grupos ou comunidades com dedicação, paixão e a aplicação das ferramentas corretas, justificando desta forma a nossa existência.

 

13. GESTÃO URBANA COMPARTILHADA

 

Hoje a comunidade está mais consciente, depositando sua confiança em empresas, comércios e serviços socialmente corretos (comércio e consumo conscientes) ou seja, aquelas empresas que têm a preocupação e a capacidade de produzir, servir e vender sem afetar o já maculado meio ambiente. Agora chegou a vez da era “Tudo pelo social e pelo desenvolvimento sustentável”.

 

Isso quer dizer que as organizações, quaisquer que sejam (micro, pequenas, médias e grandes) e de qualquer segmento, podem e devem adotar posturas éticas (sustentabilidade, responsabilidade socioambiental, etc) junto aos seus colaboradores internos, clientes, mercado, sociedade… beneficiando a comunidade e não buscando apenas o lucro, mas se tornando uma empresa cidadã.

 

E aqui nasce outro valor extraordinário, a sociedade. Indignada com os problemas sociais é a grande irradiadora dessas novas posturas, forçando, convidando e incentivando as empresas a entenderem o seu papel de provedora de recursos, metodologias e criatividade na execução de projetos e ações sociais que, sem dúvida, trarão resultados surpreendentes de resgate da cidadania e inclusão social. “País rico é aquele que não tem pobreza.”

 

Muitas coisas que o Governo Municipal faz bem quando se trata da cidade como um todo.

 

Já a Gestão Urbana Compartilhada, atua melhor em uma pequena área da cidade (distrito, bairro), aumentando a qualidade dos serviços e identificando melhores áreas comerciais junto aos proprietários, moradores, comerciantes e usuários locais, desenvolvendo os programas de serviços suplementares que aquela área em particular necessita.

 

O sucesso da Gestão Urbana Compartilhada está no fato de ser uma ação social inovadora de sustentabilidade independente, com forte liderança do setor privado e da sociedade civil organizada, formando parceria com o Governo Municipal em áreas especificas (Centro e Bairro Feliz), onde os proprietários, moradores, comerciantes e usuários possam trabalhar juntos para aumentar a competitividade do local, em consequência será um lugar mais atrativo para a comunidade e para a sociedade num todo.

 

Com este entendimento temos a certeza que após certo período de desconfiança por parte da comunidade, por ser uma ação inovadora e inédita, o Projeto Centro-Bairro Feliz, atuando com visibilidade e transparência na gestão desse novo indicador e modelo de ação social, a Gestão Urbana Compartilhada (GUC – FIB) obterá cada vez mais aceitação e apoio efetivo, pois gerará frutos sólidos com resultados eficazes na melhoria da qualidade física do espaço público em que atuar, além de organizá-los de modo que, em parcerias e ações compartilhadas com ONGs, possam ser incorporados às estratégias Municipais de Desenvolvimento Urbano, Social e Econômico Sustentável.

 

O sucesso do Projeto Centro-Bairro Feliz (com a Gestão Urbana Compartilhada) está na sua simplicidade. Com a formação de uma Comissão de Desenvolvimento Local (CDL) serão definidas ações de melhorias nos serviços prestados à comunidade, prioridades no comércio e consumo consciente com a intenção de estruturar boas práticas e ações sociais, fortalecer o papel comunitário, estreitar as relações entre comunidade e poder público, estimular o exercício da cidadania, proporcionar acesso às atividades culturais e lazer, além de criar instâncias de reflexões e discussões sobre temas relevantes para a população que frequenta e vive no centro e no bairro atendido. Tudo isso, para uma sociedade mais justa, com qualidade, vida saudável e mais FELIZ.