PROGRAMA BRASIL FELIZ*|FIB

PROGRAMA BRASIL FELIZ – FIB

Projeto Rede Social Brasil Mulher

Inovando – Metas e Objetivos

Unindo – Ciência, Educação e Espiritualidade

 

 

A concentração de renda e as desigualdades sociais dão motivos para a criação de um medidor de Felicidade Interna Bruta (FIB).

No amor, na religião, na escolha política, no estilo de vida, nos bens de consumo e até nos vícios, a busca pela Felicidade move o SER humano. Por isso, a Felicidade das populações passou também a ser vista como um indicador importante para medir a qualidade de desenvolvimento de um país.

Esta possibilidade tem sido disseminada como um novo paradigma mundial a ser buscado. O Brasil já norteia o projeto “Brasil+Feliz=FIB” (www.redesocialbrasilmulher.com.br) com a ação Centro Feliz/Bairro Feliz, tomando como base e parâmetro uma sigla há bem pouco tempo insólita “FIB” ou índice de “Felicidade Interna Bruta”.

Com a sua implantação no Brasil, o FIB quer avaliar os aspectos sociais, ambientais e econômicos das comunidades, considerando uma população feliz, ou não, a partir de nove pilares (educação, saúde, cultura, bem-estar psicológico, meio ambiente, vitalidade comunitária, uso do tempo, governança/cidadania e padrão de vida).

A ideia surgiu em 1972 no Butão (pequeno país asiático situado entre a Índia e a China), quando o rei Jigme Wangchuck estabeleceu uma monarquia constitucional e criou o tal índice para medir a prosperidade nacional a partir de outros aspectos, que não os de produção e consumo – utilizados no cálculo do Produto Interno Bruto (PIB).

Pouco tempo depois, este parâmetro passou a ser objeto de estudos por parte de cientistas e acadêmicos.

 

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Hoje o FIB tem o aval da Organização das Nações Unidas (ONU) e já é utilizado em várias pesquisas.

Ele também é alvo de uma discriminação metodológica sobre ser, ou não, mais real que o PIB, quando se trata de examinar questões ligadas ao desenvolvimento.

O FIB tem como defensores o secretário-geral da ONU, António Guterres (nosso comendador junto a Sociedade Brasileira de Heráldica e Humanística) e o Nobel de Economia, Joseph Stiglitz.

Por este critério de medição são levados em conta aspectos como o grau de satisfação, a qualidade de governança e a influência do tempo na vida das pessoas.

Por exemplo, uma pessoa que tem uma jornada de trabalho menor ou consome menos tempo no trajeto de casa para o trabalho, é mais “feliz” do que outra em situação oposta – esta relação não é medida pelo PIB (Produto Interno Bruto – riquezas).

Outro indicador importante para alcançar condições não verificadas pelo PIB é o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

No Brasil, por exemplo, o IDH coloca o país na 84ª posição no ranking global, enquanto em termos de PIB, aparece em 5º lugar.

 

 

Isso acontece porque a medição obtida pela soma de todas as riquezas produzidas nas unidades da Federação, ainda convivem com situações desiguais. O IDH, diferente do PIB, consegue apurar a “Taxa de Felicidade” de uma comunidade.

Por isso, pesa a favor do FIB (Felicidade Interna Bruta), o fato de ser composto por indicadores mais próximos aos valores e reivindicações de uma sociedade.

Sobretudo, num tempo em que ter maior mobilização social e ser voz ativa numa comunidade é quase uma exigência, o nível de democracia real e o poder de influência de uma sociedade nas decisões do governo também afetam a satisfação das pessoas. O FIB estimula ações e mudanças de parâmetros não somente entre as pessoas, na forma como conduzem suas vidas ou na esfera pública, mas também na iniciativa privada e nas comunidades acadêmicas.

O Portal Rede Social Brasil Mulher tem finalidade e objetivos próprios de proporcionar um novo cálculo e conceito que não desassocie bem-estar social, econômico e ambiental.

Os três conceitos definem a Felicidade Interna Bruta (FIB).

Explicando melhor, o objetivo não é trazer o índice como modelo do Butão para ser implantado aqui no Brasil em grande escala, tal como foi criado, mas enfatizar a importância de aspectos como educação, saúde, renda, violência, uso do dinheiro e desta forma, complementando dados ao IDH e ao índice de Gini (diferença entre os rendimentos dos mais pobres e dos mais ricos).

 

 

Hoje o bem-estar social, econômico e sustentável precisam reconhecer esta paridade. Em síntese, o que está sendo discutido no mundo precisa ter um resultado que reflita mudanças e leve em conta os atuais desafios das nações.

Nossa certeza é que o FIB pode ser uma importante ferramenta para nortear o Desenvolvimento Sustentável do nosso país.

 

Pilares de Felicidade Interna Bruta:

 

1- EDUCAÇÃO

Ensino formal e informal, competência, envolvimento na educação de pais e filhos, educação ambiental;

2- SAÚDE

Eficiência na política de saúde, padrões de comportamento, exercícios, horas de sono e nutrição da população;

3- CULTURA

Tradições locais, festivais, eventos culturais e oportunidades de desenvolver capacidades artísticas;

4- BEM ESTAR PSICOLÓGICO

Satisfação individual, otimismo, emoção, autoestima, atividades espirituais e competências;

5- MEIO AMBIENTE

Percepção da qualidade do ar, água, solo e da biodiversidade, acesso a áreas verdes;

6- VITALIDADE COMUNITÁRIA

Interação com a comunidade, participação em atividades coletivas e voluntariado;

7- USO DO TEMPO

Adequação do tempo para lazer, socialização com a família e amigos, trabalho e atividades educacionais;

8- GOVERNANÇA/CIDADANIA

Como a população enxerga o governo, a mídia, o judiciário, o sistema eleitoral e a segurança pública;

9- PADRÃO DE VIDA

Renda individual e familiar, segurança financeira, menor nível de endividamento e melhor qualidade das habitações.

 

Países mais felizes: Noruega, Dinamarca, Islândia, Suíça, Finlândia, Holanda, Canadá, Nova Zelândia, Austrália, Suécia.

 

Pesquisa: Rede Social Brasil Mulher

www.redesocialbrasilmulher.com.br